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domingo, 14 de julho de 2013

Deadpool - Análise



Carismático, hilário, esse é o Deadpool. Se lembre desse nome, porquê é a unica diversão do jogo.

Deadpool é um personagem, digamos, que extremamente irreverente que caiu nas graças da High Moon Studios e ganhou o seu próprio jogo de ação. Um jogo que concentra todas as suas atenções ao carisma do personagem. Deadpool é um personagem conhecido dos fãs da Marvel que é na verdade um anti-herói que tenta ser bonzinho com a necessidade de ser um canalha.
Deadpool é mais um clássico jogo de ação em terceira pessoa que oferece ao personagem diversos tipos de golpes diferentes, além de um bom arsenal de armas de diversos tipos. Apesar dessa premissa interessante para qualquer jogo de ação, aqui, infelizmente encontramos algumas falhas que não podem passar despercebidas.
Mesmo que o jogo seja um produto de baixo orçamento, isso não justifica o baixo nível gráfico que o jogo propõe. Os cenários são pobres em detalhes e o jogo em si oferece uma jogabilidade que com o passar do tempo se torna monótona e repetitiva. Mesmo que a High Moon Studios optou por recolher elementos de outros jogos para inserir em Deadpool, não podemos compara-lo com outros jogos de ação como Devil May Cry, ou Castlevania, por exemplo.
Apesar de Deadpool oferecer diversos tipos de armas que podem ser compradas e personalizadas durante o jogo, a monotonia se reflete também nos combates. Esqueça esse "lance" de evoluir o personagem com diversos combos e armas, pois os golpes tradicionais são mais que suficientes para terminarmos o jogo, especialmente nos níveis de dificuldade mais elevados.
O arsenal, apesar de demonstrar variedade é muito limitado e chega a ser inútil em determinados casos. Isso porque a Inteligência Artificial é realmente decepcionante e completamente previsível. Porém uma habilidade muito útil que podemos usar no jogo é a possibilidade de se teletransportar um pouco a frente de sua posição original, desviando de obstáculos e realizando contra ataques.
Os cenários não são destrutíveis e nada pode ser afetado ao longo do seu caminho. Isso não é nada emocionante, principalmente se adicionarmos paredes invisíveis e um sistema de câmera nada eficiente. Mas felizmente nosso personagem é a grande salvação para esse jogo.
Temos que ser honestos e dizer que Deadpool recebeu um tratamento digno de sua presença, onde somente as vozes que perturbam seus pensamentos já deixam o jogo mais divertido. A dublagem é muito boa (neste caso apenas em inglês), incluindo toda a sua caracterização e seu senso de humor hilariante.
As piadas são realmente o ponto forte de Deadpool que passa parte do seu tempo em seu apartamento totalmente desorganizado com um cheiro nada agradável. Vale ressaltar que no apartamento é possível interagir com alguns objetos do local, que garantem também alguma diversão. Fora do apartamento nosso protagonista continua se fazendo de louco e perturbando todos que atravessarem seu caminho.
No restante Deadpool é infelizmente um jogo mediano que pode ser concluído em cerca de 6 horas, premiando os mais persistentes que chegarem ao final com um modo Challenge, que não oferece grandes novidades. O jogo oferece alguns troféus, mas nada de extras ou colecionáveis.
Podemos dizer que a High Moon Studios tinha em mãos um grande potencial para ser explorado em torno do universo de Deadpool, que deixou muito a desejar. Todo o foco ficou mesmo no personagem, deixando de lado tudo que temos ao seu redor. É uma pena esse personagem da Marvel logo em sua primeira aventura não ter recebido o tratamento que deveria e, não aceito o baixo orçamento do estúdio como desculpa.
Quem é fã do herói vai encontrar alguma diversão aqui com todo o senso de humor que o personagem oferece, além de suas piadas e brincadeiras, mas quem busca por um intenso jogo de ação deve ficar bem distante de Deadpool.

Ubisoft: primeiros detalhes sobre Far Cry 4 em breve "É óbvio que vamos fazer outro."

A Ubisoft promete revelar os primeiros detalhes do novo Far Cry. Foi o que disse Tony Key, vice-presidente sênior de Marketing e Vendas da Ubisoft, ao GameSpot.
"Far Cry é uma grande marca", disse Key. "Agora que ele tem o reconhecimento que merece, teremos outro título. Logo saberemos mais."
Key também tocou no assunto de ambientes de mundo aberto, o que é considerado muito atraente para os jogadores de hoje, cansado de experiências lineares.
"Eu acho que o mundo aberto é o futuro dos jogos, e é por isso que estamos investindo uma grande quantidade de recursos nisso. Jogadores não querem experimentar mais ambientes lineares, mas sim, ambientes abertos."

domingo, 23 de junho de 2013

Titanfall não terá uma campanha single-player

itanfall não inclui uma campanha single-player, porque eles perceberam que exigiria muitos recursos e apenas uma pequena percentagem de jogadores iria joga-la até o fim.
"Deixamos estas missões single-player que atraem toda a atenção do estúdio, que exigem uma grande equipe para trabalhar por seis meses e os jogadores acabam em oito minutos",disse Vince Zampella, fundador da Respawn Entertainment.
"E quantas pessoas terminam o single player?" Uma pequena porcentagem delas. Todo mundo joga o primeiro nível, mas apenas 5% continuam até o fim.
"Para nós", disse Zampella, "faz sentido colocar nossos esforços lá", no multiplayer que "com todos esses recursos" agora é "melhor".
Assim como Zampella disse, você também não joga o single-player?

Tekken Revolution - Análise

Jogos free-to-play estão crescendo muito e, as empresas estão gostando de explorar esse mercado que propõe "dar o jogo gratuitamente" para que possamos gastar nosso dinheiro dentro dele comprando itens, acessórios e o que mais bem entendermos.
Tekken Revolution também oferece essa proposta. É um jogo grátis que está disponível para o PS3 e também quer explorar esse mercado constantemente em crescimento e, digamos, que extremamente rentável para as produtoras.
Muito bem, a Namco Bandai com Tekken Revolution foi um pouco mais fundo nessa história de free-to-play e realmente é possível jogarmos esse novo jogo da série sem gastar um centavo. O jogo, é claro, pode ser baixado gratuitamente com um número limitado de fichas. Essas fichas permitem que possamos organizar jogos, lutas contra o CPU, aperfeiçoamento dos personagens e, também fazer compras na PS Store.
Essas compras, não são necessárias para termos uma experiência completa de jogo. Aqui não temos lutadores a venda, mas o modelo de negócio explorado pela Namco Bandai está na venda de uma categoria específica de fichas - vamos explicar como tudo funciona.
As moedas do jogo (essas fichas) são diferenciadas por cores (azul, vermelho e amarelo), cada uma com suas particularidades. As azuis são conhecidas como Versus Coin, e são utilizadas para desafios multiplayer e se regeneram a cada 30 minutos. Isso gera ao jogador um número limitado de partidas online. Quer jogar mais vezes e mais rápido? Compre mais fichas azuis. Simples!
As fichas vermelhas são as Coin Arcade e são gastas para jogar contra a Inteligência Artificial. Aqui o tempo de regeneração é de uma a cada 1 hora. O modo Versus pode oferecer algumas fichas extras. Por fim, as amarelas são as Coin premium. Aqui uma ficha permite que você inicie uma partida arcade e continue jogando até ser derrotado, seja no single-player ou contra os amigos. As amarelas, no entanto, não se regeneram e só podem ser adquiridas em pacotes específicos.
Porém, Tekken Revolution não tem como única novidade o seu sistema free-to-play. Existe um modo chamado Character Enhancement, que permite que você gaste seus pontos de habilidade ganhos por acumular experiência e possa elevar o nível de seus personagens. Isso permite que o jogador possa alterar inúmeros parâmetros de seu lutador, aumentando ainda mais suas chances de vitória.
Você pode alterar o vigor, a energia e a resistência de seu personagem, melhorando assim sua barra de saúde, a capacidade de criar mais danos ao oponente e a sua própria resistência em tomar porrada. Isso é muito bacana, porque quando jogar contra um oponente que estiver com o mesmo personagem que você escolheu, poderão perceber nitidamente as características de cada um, e as opções de personalizações feitas por cada usuário.









Você pode estar se perguntando se isso não afeta o equilíbrio entre os lutadores na hora da pancadaria. Sobre isso Harada comentou que em Tekken Revolution o equilíbrio não está mais centrado nos personagens, mas sim nos níveis de cada um. Claro, que na prática, o jogo precisa de alguns ajustes ainda. Por diversas vezes nos deparamos com jogadores que possuem lutadores muito mais fortes do que aqueles que temos a disposição.
Outra novidade são os golpes especiais, que são claramente poderosos e que são projetados para os jogadores novatos, que não possuem intimidade na execução de comandos complexos para a realização desses golpes. Sendo assim, está muito mais fácil de executar esses golpes do que em outros jogos da série.
Para finalizar temos também o Gift Point, que presenteia os jogadores mais dedicados e que ficam horas e horas a frente do console. Esses jogadores desbloqueiam novos personagens de forma aleatória, aumentando ainda mais sua lista de lutadores, que originalmente já é bem generosa.
Podemos dizer que a Namco Bandai oferece um novo jogo da série Tekken com uma nova proposta, o modelo free-to-play, que apesar de estar baseado em vendas internas dentro de um jogo que é oferecido gratuitamente, a Namco permite que possamos jogar sem gastar nada e aproveitar a experiência ao máximo. Para o mais pacientes um presente muito bem-vindo e para mais ansiosos, a carteira, com certeza, vai falar mais alto por diversas vezes.
8 / 10

Microsoft revela novos detalhes sobre Halo para Xbox One

Phil Spencer, vice-presidente corporativo da Microsoft Game Studios, confirmou que o filme dedicado a Halo e mostrado durante a E3 2013 será, na verdade, referente a um novo episódio da série.
O jogo já está em desenvolvimento para Xbox One e estará disponível no próximo ano. Isso também amplia o conceito de trilogia, tornando-se uma "saga", que não serão apenas três títulos individuais.
"Nós inicialmente apresentamos Halo como uma trilogia, mas isso realmente tem se expandido para tornar-se uma saga, então nós não queremos limitar o arco histórico identificado pelo título de uma trilogia apenas."

terça-feira, 11 de junho de 2013

Em fim o PS4.


Muitos dizem que se parece com o PS2, outros continuam dizendo que os consoles da nova geração não ficaram lá essas coisas na parte beleza, mas uma coisa é certa, a concorrencia Sony - Microsoft irá aumentar com a chegada dos seus novos consoles. 

Na faixa das 10 horas da noite no fuso - horário brasileiro, rolou em Los Angeles a conferência da Sony, a última desta segunda-feira (10). Apesar do atraso e ausência de The Last Guardian, esta foi sem dúvida a melhor conferência da E3. Vários jogos foram revelados, alguns novos e outros já esperados, mas nada supera as revelações bombástica da Sony: o PlayStation 4 custará $399, sendo $100 dólares mais barato que o Xbox One.

E tem mais: o console permitirá jogos usados, não requer conexão online obrigatória para jogar, será possível passar seus jogos do PS3 para o PS4, e a PlayStation Plus oferecerá ainda mais benefícios aos seus assinantes.

Curtiu o novo visual? Lembra o PlayStation 2, não?


Pesquisa levanta opinião sobre consoles next-gen



Muitos jogadores ficaram bravos com as decisões da Sony e Microsoft para a nova geração de consoles, no caso o PS4 e Xbox One. Em especial a decisão da Microsoft em continuar cobrando o jogador pela reutilização de um jogo usado. Segundo uma pesquisa realizada pela Deal News, 71% dos norte-americanos entrevistados disseram que não estariam dispostos a pagar mais para os jogos da próxima geração. A indignação continua: 65% não pagaria novamente para ter seus jogos favoritos no novo console.
 
Nos EUA, o preço dos lançamentos para PS3 e Xbox 360 é sempre o mesmo: US$ 60 dólares. Isso no caso dos games de super produção (os chamados “AAA”) como as franquias Halo, Assassin’s Creed e God of War, por exemplo. Mas segundo analistas, o preço dos games para a próxima geração pode aumentar.
 
Outra informação detalhada no infográfico da pesquisa (veja aqui, em inglês) é que há mais consumidores dispostos a comprar o Xbox One (42%) do que o PS4 (29%), um dado levantado antes da coletiva da Microsoft acontecer (entre os dias 7 e 10 de maio). O quanto esta porcentagem mudou, não sabemos... Mas queremos saber a opinião do jogador brasileiro. Qual console next-gen você prefere? Estaria disposto a pagar mais pelos jogos?

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